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Sindifato cobra do Estado condições de repouso nos hospitais e jornada de trabalho

Também são reivindicados regularização dos problemas de alimentação e fornecimento de refeições nos plantões

DA REDAÇÃO 09 de Oct de 2017 - 15h22, atualizado às 17h04
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Foto: Divulgação
Presidente do Sindifato, Pedro Henrique Machado, na negociação em defesa dos farmacêuticos 
A regularização dos problemas de alimentação, fornecimento de refeições nos plantões, melhoria nas condições de repouso nas unidades e jornada de trabalho dos farmacêuticos são alguns dos pontos defendidos pelo Sindicato dos Farmacêuticos do Estado do Tocantins (Sindifato) na Mesa Estadual de Negociação Permanente do Trabalho no SUS (MENPT/SUS/TO).

“Na questão da alimentação para os servidores que trabalham nos plantões de 6, 12 e 24 horas houve um encaminhamento à Secretaria de Saúde, que ficou de repassar o esquema de alimentação proposto para análise da viabilidade financeira na Secad e retornar com a resposta na próxima reunião para definir a padronização para todos os serviços do Estado”, afirmou o presidente do Sindifato, Pedro Henrique Goulart Machado Rocha. A próxima reunião será no dia 8 de novembro.

Já em relação às condições de descanso dos servidores, o presidente do Sindifato ressaltou que há deficiências. “O Sindifato expôs a situação dos plantonistas dos hospitais e laboratórios, onde farmacêuticos precisam levar colchonetes ou camas dobráveis de acampamento para repousarem dentro da própria farmácia hospitalar e das condições inadequadas e insalubres que os farmacêuticos repousam nos repousos improvisados nos laboratórios”, declarou.

Outro ponto discutido foi o Serviço de Verificação de (SVO) que, na definição dos demais sindicatos, a jornada de trabalho de 40 horas é incompatível ao tipo de serviço prestado na unidade. Os sindicatos defendem a inclusão dos profissionais da enfermagem, por exemplo, na jornada de 30 horas. “O Sindifato também expôs sobre situação semelhante que ocorre na Assistência Farmacêutica Estadual, onde os farmacêuticos trabalham em regime ininterrupto e precisam da jornada de 30 horas, porém, quando foi aprovado a Lei na Assembleia Legislativa os farmacêuticos foram retirados da jornada de 30 pois eram entendidos como serviço administrativo.”

Ainda conforme o presidente do Sindifato, a Sesau ficou de solicitar a revisão da lei para a inclusão dos profissionais e serviços que foram excluídos, a fim de regularizar os serviços que foram prejudicados.

Outro tema na pauta foi o Plano de Demissão Voluntária do governo do Estado. Foi unânime entre os participantes que os representantes dos sindicatos de servidores estão atentos por entenderem que o PDV traz grandes prejuízos aos servidores que fizerem a adesão. (Com informações da ascom do Sindifato)

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